Ó Sagrada Face de Jesus, compadecei-vos de nós e do mundo inteiro!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

ROSÁRIO MEDITADO - POR SÃO LUIZ MARIA G. MONFORT

Queridos amigos,
Não escondo o amor incondicional que tenho pela Virgem Maria, da qual sou totalmente consagrada.
Dentre muitas devoções que tenho por Ela, rezo diariamente o Ofício de Nossa Senhora, o Magnificat, uso escapulário, tenho o costume de beijar as imagens que vejo nos lugares em que passo, enfim, procuro de muitas formas manifestar para minha querida Mãe do céu o amor que sinto por Ela.
Também sou muito devota do santo Terço, já perdi as contas de quantos já distribui, na catequese, no trabalho, em muitos lugares. Costumo dormir com um terço embaixo do meu travesseiro, todos os dias.

Novenas e medalhas de Nossa Senhora das Graças, também, já perdi as contas de quantas já distribui.
Lembro certa vez que resolvi pintar uma imagem de gesso pequena de Nossa Senhora das Graças por mês, durante uma ano, e a cada mês eu rezava e perguntava para nossa Mãe onde Ela queria ser entregue. No momento em que estava pintando sempre vinha em meu coração a pessoa para quem eu deveria destinar a imagem.
Então eu pintava, comprava a novena e a medalha, fazia em pacotinho bem lindo, escrevia em um cartão: "Você é importante para Deus!" e deixava na portaria da residência tomando o cuidado para que a pessoa jamais desconfiasse que era eu quem estava entregando, para que pensasse mesmo ser um presente da Mãe de Deus.
Lembro de algumas que eu entreguei, depois fiquei sabendo que estas pessoas enfrentaram graves tribulações. Uma delas, por exemplo, sofreu um acidente de carro a noite com o marido e atropelaram um andarilho que acabou falecendo. Outra, por causa de uma infecção de urina mal cuidada, entrou em coma com septicemia e quase morreu. Posteriormente o marido perdeu o emprego e foi acometido por um câncer no estomago. Outra ainda, ficou viúva e enfrentou a separação de sua única filha que casou-se com um rapaz que confessou ser homossexual.
Todos estes casos e outros, ainda, que fiquei sabendo depois que entreguei as imagens me fizeram compreender o porque Nossa Senhora quis estar com estas pessoas. 
MÃE!
Também costumo propagar o Tratado da Devoção a Santíssima Virgem de São Luiz Maria Monfort e a consagração que este santo propõe. "Totus tu Maria". Fiz esta consagração por duas vezes e propago sempre este tesouro! 
E faço isto porque acredito que sem a Mãe de Deus, é impossível carregar a Cruz, ou as Cruzes do nosso dia a dia.
Sem Seus exemplos, sem Seu amor, sem Seus conselhos, sem Sua ajuda acho impossível se viver!
Sei que você, amado de Deus, também procura fazer isto. E não desanime.
Quantos mais pessoas amarem Nossa Senhora, mais Jesus será adorado!
Porque a Mãe sempre leva seus devotos aos braços de Seu Filho!
Outro dia, uma grande amiga minha foi sorteada em uma paróquia para levar uma imagem de Nossa Senhora das Graças e de Santa Catarina Labouré para casa durante alguns dias. Contou-me ela que assim que foi sorteada sentiu que Nossa Mãe falou com ela:
"Filha, leve-me para casa da Stelinha, preciso estar com ela estes dias!"
Minha amiga me contou que sentiu um pouco, porque queria muito que a Mãezinha ficasse na casa dela e, coincidentemente ela demorou dois dias para me encontrar e poder me levar.
Quando ela chegou em casa com a Imagem, tocou a campanhia e meu filho caçula foi abrir a porta quando ele correu para me dizer: "Mãe tem uma moça lá fora com uma imagem linda de Nossa Senhora pra você!"
Então eu corri para ver.
Fiquei tão feliz com a visita da Nossa Mãezinha que falei para todos que precisaria ficar com Ela, sozinha, depois do jantar, para poder ouvir o que Ela tinha para me dizer...
Sentei-me no meu altar, acendi o círio pascal, rezei o terço, o ofício, o Magnificat, e nada... um silêncio...

A imagem continha Nossa Senhora sentada em um trono e Santa Catarina ajoelhada em seus pés... Assim como esta Imagem ao lado.

Então, depois destas orações que fiz, fixei meus olhos na imagem e me coloquei no lugar da Santa Catarina e disse:
"Mãe, estou aqui aos téus pés para ouvir o que tem para me dizer... Sei que veio me visitar porque quer me falar algo... fala Mãe, que tua serva quer te escutar..."
De repente ouvi em meu coração estas palavras:

"Minha filha, sabe o quanto te amo?"
Eu respondi:
"Sim, Mãe, sei que me amas e eu também te amo muito Mãezinha, você bem sabe!"
Então Ela me falou:
"Filha, que amor é este que sente por mim que não te leva a me imitar?"
E Nossa Senhora foi falando ao meu coração um montão de coisas que Ela gostaria que fossem modificadas e dais quais eu poderia agir...dependia muito da minha vontade, do meu SIM!
O meu coração se encheu de um profundo arrependimento por não ter escutado aos apelos de minha Mãe antes... de ter perdido tempo ouvindo este mundo, enquanto o céu, não só me chamava insistentemente, como esperava de mim este SIM.
E percebi, queridos irmãos, o quanto estou longe do céu! Quanto barulho faz este mundo, quanto a voz de Nossa querida Mãezinha está sendo abafada nos corações de seus filhos...
Agradeci muito a Nossa Senhora por ter vindo ao meu encontro, para me alertar, para me chamar, para me aconselhar...
Foram tantos conselhos aquela noite!
A minha amiga voltou no dia seguinte para retirar a Imagem e perguntou:
"Stelinha, Nossa Senhora falou alguma coisa para você?"
Eu disse:
"SIM, Bia, ela falou!"
Ela me pediu: "Stelinha, pode escrever para mim? O Padre pediu que eu desse um testemunho da visita de Nossa Senhora e como ela quis ficar aqui... será que você pode partilhar o que Ela te disse?"
A Bia levou a Imagem na missa de entrega e leu o testemunho... e o Padre concluiu:
"Realmente, queridos filhos e filhas, de nada adianta dizer que se ama Nossa Senhora, preparar sua festa, rezar o Rosário, e todas as orações à Ela, senão procuramos nos modificar em nossa vida, em nossas atitudes, para que cada vez mais sejamos sua Imagem no mundo...O apelo de Nossa Mãe nestes tempos é que filhos e filhas a imitem, seguindo Jesus, obedecendo fielmente sua Palavra, procurando fazer a Sua Vontade..."
Bem, queridos irmãos, coloquemos nossos esforços em buscar conhecer a Nossa Mãezinha e conhecendo-A, imitar seus gestos...
"Eis aqui a escrava do Senhor, faça-SE em mim!"
Feche seus olhos por um minuto agora e diga para sua Vontade:
"Faça-se, cumpra-se, os desígnios de Deus para minha vida e que nada nem ninguém possa impedir a minha Vontade de dizer SIM aos projetos divinos para minha história!"
AMÉM!

Abaixo vou postar o Rosário meditado de São Luiz Maria Monfort, hoje apenas os Mistérios Gozosos, fique atento ao blog que vou postar depois os outros mistérios.
A PAZ!



CREDO:

1)º Fé na presença de Deus;
2º) Fé no Evangelho;
3º) Fé e obediência ao Papa como Vigário de Jesus Cristo.

Pai NossoUnidade de um só Deus, vivo e verdadeiro.
1ª Ave Maria: Em honra do Pai Eterno, que gera seu Filho contemplando-se.
2ª Ave Maria: Em honra do Verbo eterno, igual ao Pai, que com Ele produz o Espírito Santo.
3ª Ave Maria: Em honra do Espírito Santo, que procede do Pai e do Filho por via de amor.

MISTÉRIOS GOZOSOS
1º Mistério – ANUNCIAÇÃO DO ANJO E ENCARNAÇÃO DO VERBO
Pai Nosso: Caridade de Deus, imensa.
1ª Ave Maria, para lamentar o desgraçado estado de Adão desobediente, sua justa condenação e a de todos os seus filhos.
Ave Maria, para honrar:
2ª os desejos dos patriarcas e profetas, que pediam a vinda do Messias;
3ª os desejos e as preces da Santíssima Virgem, que apressaram a vinda do Messias;
4ª a caridade do Pai Eterno, que nos deu Seu divino Filho;
5ª o amor do Filho, que se entregou por nós;
6ª a embaixada e a saudação do arcanjo Gabriel;
7ª o temor virginal de Maria;
8ª a fé e o consentimento da Santíssima Virgem;
9ª a criação da alma e a formação do Corpo de Jesus Cristo no seio de Maria, pelo Espírito Santo;
10ª a adoração do Verbo Encarnado, pelos anjos, no seio de Maria.
2º Mistério – VISITAÇÃO DE NOSSA SENHORA A SUA PRIMA ISABEL
Pai Nosso: Majestade de Deus, adorável.
Ave Maria, para honrar:
1ª o gozo do Coração de Maria e a morada durante 9 meses, do Verbo em seu seio;
2ª o sacrifício que Jesus Cristo fez de si mesmo ao Pai, ao entrar neste Mundo;
3ª as complacências de Jesus no seio humilde e virginal de Maria, e de Nossa Senhora, no gozo do seu Deus;
4ª a dúvida de São José acerca da maternidade de Maria;
5ª a eleição dos escolhidos, combinada entre Jesus e Maria, em seu seio;
6ª o fervor de Maria na sua visita a Santa Isabel;
7ª a santificação de João Batista no ventre de sua mãe;
8ª a gratidão da Santíssima virgem com Deus, no Magnificat;
9ª a sua caridade e humildade em servir sua prima;
10ª a mútua dependência de Jesus e de Maria, e a devoção que devemos ter para com um e outra.
3º Mistério – NASCIMENTO DE JESUS
Pai Nosso: Riquezas de Deus, infinitas.
Ave Maria, para honrar:
1ª os desprezos e injúrias feitas a Maria e a São José em Belém;
2ª a pobreza do estábulo onde Deus veio ao mundo;
3ª a alta contemplação e o excessivo amor de Maria no momento de dar à luz;
4ª a saída do Verbo Eterno do seio de Maria sem romper o selo de sua virgindade;
5ª as adorações e cânticos dos anjos no nascimento de Jesus;
6ª a formosura arrebatadora de Sua divina infância;
7ª a vinda dos pastores ao estábulo, com seus presentes;
8ª a circuncisão de Jesus Cristo e Suas dores amorosas;
9ª a imposição do nome de Jesus Cristo e suas grandezas;
10ª a adoração dos reis magos e seus presentes.
4º Mistério – PURIFICAÇÃO DE NOSSA SENHORA, APRESENTAÇÃO NO TEMPLO
Pai Nosso: Sabedoria de Deus, eterna.
Ave Maria, para honrar:
1ª a obediência de Jesus e de Maria à Lei;
2ª o sacrifício que ali fez Jesus de sua Humanidade;
3ª o sacrifício que ali fez Maria de sua honra;
4ª o gozo e os cânticos de Simeão e Ana, a profetisa;
5ª o resgate de Jesus pela oferenda de duas rolas;
6ª a matança dos santos inocente;
7ª a fuga de Jesus para o Egito, pela obediência de São José à voz do anjo;
8ª a estadia misteriosa no Egito;
9ª a Sua volta para Nazaré;
10ª o seu crescimento em idade, sabedoria e graça.
5º Mistério – ENCONTRO DE JESUS NO TEMPLO
Pai Nosso: Santidade de Deus, incompreensível.
Ave Maria, para honrar:
1ª a Sua vida oculta, laboriosa e obediente na casa de Nazaré;
2ª sua pregação e encontro no Templo entre os doutores;
3ª seu jejum e tentações no deserto;
4ª seu Batismo por São João Batista;
5ª sua pregação admirável;
6ª seus milagres portentosos;
7ª a eleição de seus 12 Apóstolos e os poderes que lhes dá;
8ª sua transfiguração maravilhosa;
9ª o lava-pés dos Apóstolos;
10ª a instituição da Sagrada Eucaristia.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Sete Dores e Alegrias de São José

Queridos amigos de São José!
Segue abaixo a coroa das Sete Dores e alegrias de São José, para que você na confiança máxima em sua intercessão, entregue à Deus, Nosso Senhor, por suas mãos as suas dores e alegrias pessoais.
Vamos estreitar nossos laços com o céu, buscando a intercessão dos santos para nossa santificação e de nossa família!
Valei-nos São José!
PAZ!



Sete Dores e Alegrias de São José

1a - Ó Esposo puríssimo de Maria Santíssima, glorioso São José, assim como foi grande a amargura de vosso coração na perplexidade de abandonardes vossa castíssima Esposa, assim foi inexplicável a vossa alegria, quando pelo Anjo vos foi revelado o soberano mistério da encarnação.

Por esta vossa dor e por este vosso gozo, vos rogamos a graça de consolardes agora e nas extremas dores, a nossa alma com a alegria de uma boa morte semelhante à vossa entre Jesus e Maria.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória

Mt 1, 18

















Mt 1, 20-21























2a - Ó felicíssimo Patriarca, glorioso São José, que fostes escolhido para o cargo de pai putativo do Verbo Humanado, a dor que sentistes ao ver nascer em tanta pobreza o Deus Menino, que se transformou em celeste júbilo ao escutardes a angélica melodia e ao verdes a glória daquela brilhantíssima noite.

Por esta vossa dor e por este vosso gozo, suplicamos a graça de nos alcançardes que depois da jornada desta vida, passemos a ouvir os angélicos louvores e gozar os resplendores da glória celeste.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória

Jo 1, 11

Lc 2, 15-16









































3a - Ó obedientíssimo executor das divinas leis, glorioso São José, o sangue preciosíssimo, que na Circuncisão derramou o Redentor Menino vos transpassou o coração, mas o nome de Jesus vo-lo reanimou, enchendo-o de contentamento.

Por esta vossa dor e por este vosso gozo, alcançai-nos que, sendo arrancados de nós os vícios nesta vida, com o nome de Jesus no coração e na boca expiremos cheios de júbilo.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória

Lc 2, 21

Lc 1, 21






































4a - Ó fidelíssimo Santo, que também tivestes parte nos mistérios de nossa redenção, glorioso São José, se a profecia de Simeão a respeito do que Jesus e Maria tinham de sofrer vos causou mortal angústia, também vos encheu de sumo gozo pela salvação e gloriosa ressurreição, que igualmente predisse, teria de resultar para inumeráveis almas.

Por esta vossa dor e por este vosso gozo, obtende-nos que sejamos aqueles que, pelos méritos de Jesus e pela intercessão da Virgem Sua Mãe, têm de ressuscitar gloriosamente.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória

Lc 2, 34-35

Lc 2, 30-31






























5a - Ó vigilantíssimo guardião, íntimo familiar do Filho de Deus encarnado, glorioso São José, quanto penastes para alimentar e servir o Filho do Altíssimo, particularmente na fuga que com ele houvestes de fazer ao Egito! Mas, qual não foi também vosso gozo por terdes sempre convosco o mesmo Deus e por verdes cair por terra os ídolos do Egito.

Por esta vossa dor e por este vosso gozo, alcançai-nos que, expelindo longe de nós o inferno tirano, especialmente com a fuga das ocasiões perigosas, sejam derrubados de nosso coração todos os ídolos de afetos terrenos e que inteiramente empregados no serviço de Jesus e de Maria, para eles somente vivamos e felizmente morramos.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória

Mt 2, 13
Mt 2 , 15








































6a - Ó anjo da terra, glorioso São José, que cheio de pasmo vistes o Rei do Céu submisso aos vossos mandatos, se a vossa consolação, ao reconduzi-lo do Egito, foi turbada pelo temor do Arquelau, sossegado pelo Anjo, permanecestes alegre em Nazaré com Jesus e Maria.

Por esta vossa dor e por este vosso gozo, alcançai-nos que, desocupado o nosso coração de vãos temores, gozemos paz de consciência, vivamos seguros com Jesus e Maria, e também entre eles morramos.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória.

Mt 2, 21-22

Mt 2, 23






































7a - Ó exemplar de toda santidade, glorioso São José, que perdestes sem culpa vossa o Menino Jesus, e para maior angústia houvestes de buscá-lo por três dias, até que com sumo júbilo gozastes do que era vossa vida, achando-o no templo entre os doutores.

Por esta vossa dor e por este vosso gozo, suplicamos, com o coração nos lábios, que interponhais o vosso valimento para que nunca nos suceda perdermos a Jesus por culpa grave, mas se por desgraça o perdermos, com tão contínua dor o procuremos, que o achemos favorável, especialmente a gozá-lo no céu e lá cantarmos convosco eternamente Suas divinas misericórdias.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória

Lc 2, 44-45

Lc 2, 46








































Antífona. O mesmo Jesus tendo quase trinta anos era reputado por Filho de José.

Rogai por nós, Santíssimo José
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo

Oremos:
Ó Deus, que por Vossa inefável Providência Vos dignastes escolher o bem-aventurado São José para Esposo de Nossa Mãe Santíssima, concedei-nos que aquele mesmo que na terra veneramos como protetor, mereçamos tê-lo no céu por nosso intercessor. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos.
Assim seja.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Material para catequese sobre a história da páscoa!

Queridos amigos!
Recebi de uma irmã de fé este vídeo e fiquei simplesmente apaixonada.
Conforme assistia as lágrimas corriam no meu rosto e lembrei-me de todas as crianças e jovens que passaram por mim, na catequese.
Quantos, que ainda criança e jovens, tinham em seu coraçãozinho puro e sem mancha demonstravam um AMOR e uma compreensão que muitos adultos não conseguem nem sequer chegar perto...
Minhas lágrimas correram, ainda, porque lembrei de tantos que estão longe da Igreja...
De tantos adultos que deixaram de ter um coração agradável a Deus, porque não entendem o mistério do Reino dos Céus...
Lembrei de minhas amigas, Santa Terezinha do Menino Jesus, Santa Bernadete, Jacinta, Lúcia, que me ensinaram a conservar, diante de Jesus, um coração de criança... que confia, que crê, que espera, que é fiel...
Dedico a todos os catequistas.
A todos os pais.
A todos os avós.
A todos os professores.
A todos aqueles que de alguma forma, estão no processo de construção de pessoas, de filhos de Deus, de futuros candidatos ao céu!
Espero que gostem..
PAZ E BEM!





terça-feira, 12 de março de 2013

Uma alma em graça não tem nada a temer do demônio

Olá!Nada melhor do que aprender com os santos...
Lembro-me certa vez, que conversava com uma amiga sobre algumas oportunidades em que eu via o demônio com os "olhos de minha alma" em certas situações e através do olhar de algumas pessoas.
Lembro-me bem que ela me disse: "Stelinha, você não precisa temer nada, o demônio é que tem medo do seu desejo de fazer a vontade de Deus e das horas que você passa diante do Sacrário".
Usou, ainda, ela este exemplo: "É a mesma coisa quando você está bronzeada, todo mundo já sabe que ficou exposta ao sol. Espiritualmente acontece com sua alma a mesma coisa, sempre que fica exposta ao SOL que é JESUS diante do Santíssimo ou do Sacrário... sua alma fica bronzeada pelo AMOR de DEUS e o demônio tem pavor disto! Foge de você! Fique tranquila, sempre que ver ou sentir o inimigo, mostre sua alma bronzeada e clame pelo SOL que é Jesus!"
E olha só, não é que minha amiga tinha razão? Veja o que nos relata a Santa Terezinha em seu livro "A História de uma alma"...

PAZ!


É forçoso que pare, pois não devo ainda falar-vos de minha juventude, mas da estouvadinha aos quatro anos de idade. Lembro-me de um sonho que devo ter tido por volta dessa idade e que me calou profundamente na imaginação. 

Sonhei uma noite que saía a passear sozinha pelo jardim. Chegando ao pé dos degraus que precisava subir para ali chegar, estaquei tomada de pavor. Diante de mim, rente ao caramanchão, havia uma barrica de cal e sobre a barrica dançavam, com espantosa agilidade, dois medonhos diabinhos, não obstante os ferros de engomar que tinham nos pés. De chofre lançaram sobre mim seus olhares chamejantes, mas ao mesmo instante, parecendo muito mais assustados do que eu, precipitaram-se da barrica abaixo e foram esconder-se na rouparia que ficava defronte.

Ao vê-los tão pouco valorosos, quis saber o que iriam fazer e acerquei- me da janela. Lá estavam os míseros diabinhos a correr por sobre as mesas, não sabendo o que fazer para se esquivarem do meu olhar. De vez em quando chegavam até a janela, e olhavam com um ar inquieto, se eu ainda estava lá e como sempre me avistassem, começavam a correr de novo como desatinados. - Sem dúvida, este sonho nada tem de extraordinário, acredito, no entanto, que o Bom Deus permitiu que guarde sua lembrança, a fim de me provar que uma alma em estado de graça nada deve temer dos demônios, que são uns poltrões, capazes de fugir diante do olhar de uma criança...

Extraído de História de uma Alma - Santa Teresinha

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Esclarecimentos sobre a renúncia do Papa



Queridos irmãos,
Segue um vídeo muito esclarecedor sobre a renúncia do Santo Papa Bento XVI...
Rezemos pela nossa Igreja!
PAZ



quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Como era a sociedade no tempo de Jesus?


Queridos amigos,

Encontrei este material e achei fantástico. 
Conhecendo melhor o tempo em que Jesus vivia, vamos entender mais seus ensinamentos.
Tenho certeza que vão gostar! É um excelente  material para encontro.
PAZ e BEM!


A sociedade no tempo de Jesus

Jesus foi uma pessoa como qualquer um de nós, que viveu dentro de um determinado tempo da história. Ele viveu concretamente em um país, pertencia a uma família, trabalhava, tinha posicionamento político, uma situação econômica, uma língua e uma religião.

Situação econômica
A maioria da população era pobre e vivia principalmente da agricultura (trigo, cevada, azeite, legumes etc.), pecuária (bois, camelos, ovelhas etc), pesca e artesanato.
Nos povoados os Romanos cobravam IMPOSTOS: a) ¼ (25%) sobre a colheita; b) a corvéia para manter o exército; c) pedágio e alfândega sobre o transporte de mercadorias. Quem fazia a cobrança eram os Publicanos, que eram muito corruptos. Isso levou o povo a desprezar e marginalizar essa categoria (Mc 2,15-26).
Era obrigatório também o Dízimo para o Templo, em Jerusalém: a) 10% das colheitas; b) 1% para os pobres; c) a cada 7 anos, o produto referente a um ano de trabalho.

O Templo como sede do poder econômico

O templo era o banco central e centro de câmbio (troca de moedas). Todos os impostos eram centralizados ali. Graças às peregrinações, os visitantes (mais ou menos 60 mil durante a Páscoa) alimentavam um comércio de lembranças, artesanato e objetos de luxo. Havia um conjunto de hospedarias e comércio de animais para os sacrifícios. O templo era uma fonte de empregos: entre sacerdotes, funcionários, cambistas, vendedores e operários eram 18 mil pessoas que viviam da organização do Templo.
O Templo havia deixado de ter significado religioso para sustentar a dominação. Quando Jesus combateu o templo, foi pensando no sistema econômico que se apoiava nele. Esse foi um dos motivos de sua condenação (Mc 11,15s).
Situação econômica de Jesus: veio do campo, duma aldeia humilde chamada Nazaré. Seus moradores eram marginalizados, tratados como ignorantes e bandidos (Jo 1,46;7,52). Jesus era carpinteiro ou biscateiro. Pagava impostos aos sarcedotes e aos romanos (Mc 12,13s).

Situação Social

A maior parte da população da Palestina vivia no campo e era constituída de trabalhadores pobres, que sobreviviam no ganho do dia-a-dia. Os ricos moravam só nas cidades. Havia uma classe média pouco numerosa. Nela se encontrava os Escribas e Farizeus.
Família: era patriarcal. Na Palestina o pai era o centro da família: tinha plena autoridade sobre a casa.
Mulher: não participava da vida da sociedade. Era considerada inferior ao homem em todas as coisas. As filhas não tinham os mesmos direitos que os filhos. A mulher precisava ser fiel ao marido, sob pena de morte, mas o marido podia ter outras mulheres além da esposa. Não podiam ler no culto. Não podiam estudar e ser discípula. No tribunal, a mulher não podia ser testemunha.
Pessoas excluídas da sociedade: Mulheres, doentes (surdos, mudos, cegos, leprosos etc), pagãos, escravos, estrangeiros, publicanos.

Alguns grupos sociais

Saduceus: Pertenciam a camada mais rica da Judéia. Tinham, portanto, o poder econômico em suas mãos. Por um lado, esse grupo era formado pelos grandes proprietários de terra e pelos donos do grande comércio. Formavam a elite leiga e rica que considerava sua riqueza sinal de bênção de Deus. Os saduceus eram defensores da ordem estabelecida. Colaboravam com o Império Romano para não serem destruídos de seus cargos. Eles tinham privilégios a defender, especialmente sua situação econômica, seus cargos e seu poder no Templo. Eles não aceitavam a tradição oral, apegando-se somente à lei escrita no Pentateuco (5 primeiros livros da nossa bíblia).Esperavam o Messias numa aparição gloriosa.
Fariseus: Na sua maioria, o grupo dos fariseus era formado de pessoas leigas. Sua origem eram todas as camadas sociais, mas sobretudo, das camadas médias. Também, a maior parte dos Escribas, especialistas nas escrituras, pertencia ao grupo dos Fariseus. Por seu saber bíblico, estes eram as maiores lideranças nas sinagogas (comunidades). Eram guias espirituais das comunidades. Seu conhecimento das leis e do hebraico, como especialista em direito, administração e educação, também lhe assegurava lugares importantes no Sinédrio. De um modo geral, eram nacionalistas. Por isso, eram contra a presença de povos estrangeiros, considerando-os impuros (At 10,11-16). Valorizavam a tradição oral dos antepassados. Achavam que o messias viria como um guerreiro para expulsar os romanos.
Com o tempo, viraram fanáticos. Insistiam em coisas exteriores, visíveis (ex: a observância do sábado, do jejum, da esmola, circuncisão etc). Faziam tudo isto para mostrar que eram judeus observantes da lei de Moisés e de outras prescrições impostas pela tradição. Eram rígidos nas suas posições. Oprimiam a quem não seguisse seu fanatismo. Prendiam-se às exterioridades, mas deixavam dominar-se pela injustiça.
Escribas ou Doutores da Lei: O povo tinha veneração pelos escribas, por serem especialistas nas escrituras. Mas também tinha medo deles, pois passaram a exercer um controle ideológico. Eram eles que diziam o que era certo ou errado, bom ou mau, santo ou profano. Muitas vezes estavam ligados à classe dominante. Muitos fariseus eram escribas (Mc 2,16; 7,5). Os fariseus e os escribas tornaram-se “donos” da consciência do povo, impondo suas idéias.
Sacerdotes: O Sumo-sarcedote controlava o Templo e através dele, toda a vida econômica do país. Os romanos deixavam que os sacerdotes tomassem certas decisões econômicas, contanto que eles dessem o dinheiro exigido por Roma. O culto era um instrumento ideológico, muito baseado no puro e no impuro. Puro era quem ia ao Templo (pagar seus tributos). Os demais ...
O Sinédrio: ou grande conselho era responsável pela administração da justiça em Israel. Era o supremo tribunal político, criminal e religioso. Foi esse tribunal que resolveu entregar Jesus aos romanos para que fosse eliminado (Mc 14,55). Era composto de 71 homens e funcionava numa sala junto ao Templo. O chefe era o sumo sarcedote indicado pelo procurador romano da ocasião. O grande sacerdote era o responsável não só pelo Sinédrio, mas também pelo culto no Templo, pela segurança no santuário, pelas finanças do Templo e pelo comércio que aí se fazia. Faziam parte desse tribunal: os Sarcedotes, os Escribas (por causa do seu saber a respeito da Lei ou Tora), os Saduceus (grupo de maior influência).
Samaritanos: eram considerados raça impura pelos demais judeus, por serem descendentes de população misturada com estrangeiros. Os samaritanos se julgavam israelitas autênticos, veneravam Moisés e esperavam o Messias. Por serem marginalizados, tinham pouca influência sobre a maneira de pensar do restante da Palestina. Jesus diz que os samaritanos, longe de serem impuros, podiam ser modelos de pensar, agir, amar e rezar (Lc 10,33s).

A situação política

A Palestina era dividida em dois territórios: a) a Judéia e a Samaria, ao Sul. b) a Galiléia, ao norte.
Na Judéia e na Samaria, havia um procurador romano, ou seja, alguém que governava em nome do Imperador romano. Morava na cidade marítima Cesaréia (na Samaria). Na Judéia e na Samaria, o Procurador romano deixava o Sinédrio exercer o poder. Nomeava o Sumo Sacerdote e só intervinha quando havia protestos populares.
A Galiléia tinha um Rei que, na época de Jesus era Herodes, Morava em Tiberíades. Herodes era amigo de César, o Imperador Romano, e para não perder o seu cargo, fazia de tudo para agradá-lo.

Fonte:

Gass, Ildo Bohn. Uma introdução à Bíblia. Período grego e vida de Jesus. 2ª ed. v.6. São Paulo: Paulus/CEBI, 2007.