sexta-feira, 22 de março de 2013

Sete Dores e Alegrias de São José

Queridos amigos de São José!
Segue abaixo a coroa das Sete Dores e alegrias de São José, para que você na confiança máxima em sua intercessão, entregue à Deus, Nosso Senhor, por suas mãos as suas dores e alegrias pessoais.
Vamos estreitar nossos laços com o céu, buscando a intercessão dos santos para nossa santificação e de nossa família!
Valei-nos São José!
PAZ!



Sete Dores e Alegrias de São José

1a - Ó Esposo puríssimo de Maria Santíssima, glorioso São José, assim como foi grande a amargura de vosso coração na perplexidade de abandonardes vossa castíssima Esposa, assim foi inexplicável a vossa alegria, quando pelo Anjo vos foi revelado o soberano mistério da encarnação.

Por esta vossa dor e por este vosso gozo, vos rogamos a graça de consolardes agora e nas extremas dores, a nossa alma com a alegria de uma boa morte semelhante à vossa entre Jesus e Maria.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória

Mt 1, 18

















Mt 1, 20-21























2a - Ó felicíssimo Patriarca, glorioso São José, que fostes escolhido para o cargo de pai putativo do Verbo Humanado, a dor que sentistes ao ver nascer em tanta pobreza o Deus Menino, que se transformou em celeste júbilo ao escutardes a angélica melodia e ao verdes a glória daquela brilhantíssima noite.

Por esta vossa dor e por este vosso gozo, suplicamos a graça de nos alcançardes que depois da jornada desta vida, passemos a ouvir os angélicos louvores e gozar os resplendores da glória celeste.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória

Jo 1, 11

Lc 2, 15-16









































3a - Ó obedientíssimo executor das divinas leis, glorioso São José, o sangue preciosíssimo, que na Circuncisão derramou o Redentor Menino vos transpassou o coração, mas o nome de Jesus vo-lo reanimou, enchendo-o de contentamento.

Por esta vossa dor e por este vosso gozo, alcançai-nos que, sendo arrancados de nós os vícios nesta vida, com o nome de Jesus no coração e na boca expiremos cheios de júbilo.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória

Lc 2, 21

Lc 1, 21






































4a - Ó fidelíssimo Santo, que também tivestes parte nos mistérios de nossa redenção, glorioso São José, se a profecia de Simeão a respeito do que Jesus e Maria tinham de sofrer vos causou mortal angústia, também vos encheu de sumo gozo pela salvação e gloriosa ressurreição, que igualmente predisse, teria de resultar para inumeráveis almas.

Por esta vossa dor e por este vosso gozo, obtende-nos que sejamos aqueles que, pelos méritos de Jesus e pela intercessão da Virgem Sua Mãe, têm de ressuscitar gloriosamente.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória

Lc 2, 34-35

Lc 2, 30-31






























5a - Ó vigilantíssimo guardião, íntimo familiar do Filho de Deus encarnado, glorioso São José, quanto penastes para alimentar e servir o Filho do Altíssimo, particularmente na fuga que com ele houvestes de fazer ao Egito! Mas, qual não foi também vosso gozo por terdes sempre convosco o mesmo Deus e por verdes cair por terra os ídolos do Egito.

Por esta vossa dor e por este vosso gozo, alcançai-nos que, expelindo longe de nós o inferno tirano, especialmente com a fuga das ocasiões perigosas, sejam derrubados de nosso coração todos os ídolos de afetos terrenos e que inteiramente empregados no serviço de Jesus e de Maria, para eles somente vivamos e felizmente morramos.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória

Mt 2, 13
Mt 2 , 15








































6a - Ó anjo da terra, glorioso São José, que cheio de pasmo vistes o Rei do Céu submisso aos vossos mandatos, se a vossa consolação, ao reconduzi-lo do Egito, foi turbada pelo temor do Arquelau, sossegado pelo Anjo, permanecestes alegre em Nazaré com Jesus e Maria.

Por esta vossa dor e por este vosso gozo, alcançai-nos que, desocupado o nosso coração de vãos temores, gozemos paz de consciência, vivamos seguros com Jesus e Maria, e também entre eles morramos.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória.

Mt 2, 21-22

Mt 2, 23






































7a - Ó exemplar de toda santidade, glorioso São José, que perdestes sem culpa vossa o Menino Jesus, e para maior angústia houvestes de buscá-lo por três dias, até que com sumo júbilo gozastes do que era vossa vida, achando-o no templo entre os doutores.

Por esta vossa dor e por este vosso gozo, suplicamos, com o coração nos lábios, que interponhais o vosso valimento para que nunca nos suceda perdermos a Jesus por culpa grave, mas se por desgraça o perdermos, com tão contínua dor o procuremos, que o achemos favorável, especialmente a gozá-lo no céu e lá cantarmos convosco eternamente Suas divinas misericórdias.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória

Lc 2, 44-45

Lc 2, 46








































Antífona. O mesmo Jesus tendo quase trinta anos era reputado por Filho de José.

Rogai por nós, Santíssimo José
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo

Oremos:
Ó Deus, que por Vossa inefável Providência Vos dignastes escolher o bem-aventurado São José para Esposo de Nossa Mãe Santíssima, concedei-nos que aquele mesmo que na terra veneramos como protetor, mereçamos tê-lo no céu por nosso intercessor. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos.
Assim seja.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Material para catequese sobre a história da páscoa!

Queridos amigos!
Recebi de uma irmã de fé este vídeo e fiquei simplesmente apaixonada.
Conforme assistia as lágrimas corriam no meu rosto e lembrei-me de todas as crianças e jovens que passaram por mim, na catequese.
Quantos, que ainda criança e jovens, tinham em seu coraçãozinho puro e sem mancha demonstravam um AMOR e uma compreensão que muitos adultos não conseguem nem sequer chegar perto...
Minhas lágrimas correram, ainda, porque lembrei de tantos que estão longe da Igreja...
De tantos adultos que deixaram de ter um coração agradável a Deus, porque não entendem o mistério do Reino dos Céus...
Lembrei de minhas amigas, Santa Terezinha do Menino Jesus, Santa Bernadete, Jacinta, Lúcia, que me ensinaram a conservar, diante de Jesus, um coração de criança... que confia, que crê, que espera, que é fiel...
Dedico a todos os catequistas.
A todos os pais.
A todos os avós.
A todos os professores.
A todos aqueles que de alguma forma, estão no processo de construção de pessoas, de filhos de Deus, de futuros candidatos ao céu!
Espero que gostem..
PAZ E BEM!





terça-feira, 12 de março de 2013

Uma alma em graça não tem nada a temer do demônio

Olá!Nada melhor do que aprender com os santos...
Lembro-me certa vez, que conversava com uma amiga sobre algumas oportunidades em que eu via o demônio com os "olhos de minha alma" em certas situações e através do olhar de algumas pessoas.
Lembro-me bem que ela me disse: "Stelinha, você não precisa temer nada, o demônio é que tem medo do seu desejo de fazer a vontade de Deus e das horas que você passa diante do Sacrário".
Usou, ainda, ela este exemplo: "É a mesma coisa quando você está bronzeada, todo mundo já sabe que ficou exposta ao sol. Espiritualmente acontece com sua alma a mesma coisa, sempre que fica exposta ao SOL que é JESUS diante do Santíssimo ou do Sacrário... sua alma fica bronzeada pelo AMOR de DEUS e o demônio tem pavor disto! Foge de você! Fique tranquila, sempre que ver ou sentir o inimigo, mostre sua alma bronzeada e clame pelo SOL que é Jesus!"
E olha só, não é que minha amiga tinha razão? Veja o que nos relata a Santa Terezinha em seu livro "A História de uma alma"...

PAZ!


É forçoso que pare, pois não devo ainda falar-vos de minha juventude, mas da estouvadinha aos quatro anos de idade. Lembro-me de um sonho que devo ter tido por volta dessa idade e que me calou profundamente na imaginação. 

Sonhei uma noite que saía a passear sozinha pelo jardim. Chegando ao pé dos degraus que precisava subir para ali chegar, estaquei tomada de pavor. Diante de mim, rente ao caramanchão, havia uma barrica de cal e sobre a barrica dançavam, com espantosa agilidade, dois medonhos diabinhos, não obstante os ferros de engomar que tinham nos pés. De chofre lançaram sobre mim seus olhares chamejantes, mas ao mesmo instante, parecendo muito mais assustados do que eu, precipitaram-se da barrica abaixo e foram esconder-se na rouparia que ficava defronte.

Ao vê-los tão pouco valorosos, quis saber o que iriam fazer e acerquei- me da janela. Lá estavam os míseros diabinhos a correr por sobre as mesas, não sabendo o que fazer para se esquivarem do meu olhar. De vez em quando chegavam até a janela, e olhavam com um ar inquieto, se eu ainda estava lá e como sempre me avistassem, começavam a correr de novo como desatinados. - Sem dúvida, este sonho nada tem de extraordinário, acredito, no entanto, que o Bom Deus permitiu que guarde sua lembrança, a fim de me provar que uma alma em estado de graça nada deve temer dos demônios, que são uns poltrões, capazes de fugir diante do olhar de uma criança...

Extraído de História de uma Alma - Santa Teresinha